SITES · LANDING PAGES · E-COMMERCE · SÃO PAULOCÓDIGO NA SUA MÃO

    Site bonitoque não vendeé despesa.

    A gente desenha a página como planta de obra: cada faixa tem uma função, uma medida e uma decisão por trás. Rápida porque o limite de velocidade foi combinado antes de existir código — e sua de verdade, porque o repositório, o domínio e a hospedagem ficam no seu nome.

    QUATRO FRENTES · UMA LÓGICA CADA

    Nem todo site
    tem o mesmo trabalho.

    Landing page existe para converter uma campanha. Site institucional existe para ser encontrado e dar confiança. E-commerce existe para vender sozinho. Tratar os quatro igual é o erro mais caro do briefing.

    FRENTE 01 · CONVERSÃO

    Landing page de campanha

    Uma página, uma decisão. Sem menu levando para outro lugar, sem link que rouba a atenção do formulário. Ela nasce grudada na campanha que traz o tráfego: a promessa do anúncio é a primeira linha da página, palavra por palavra.

    • Estrutura em faixas: promessa, prova, como funciona, objeção, oferta, formulário
    • Formulário curto — cada campo a mais custa conversão, então cada campo precisa se justificar
    • Rastreamento instalado e testado: evento de envio, origem do lead e integração com o CRM
    • Variação A/B quando o volume de tráfego permite medir com honestidade
    Uma oferta por páginaREGRA INEGOCIÁVEL
    Nasce com a campanhaMESMA PROMESSA DO ANÚNCIO
    FRENTE 02 · PRESENÇA

    Site institucional

    O site que responde "essa empresa existe e faz bem o que diz". Aqui o trabalho é dividido entre ser encontrado — estrutura, conteúdo e dados estruturados — e dar confiança em trinta segundos de leitura.

    • Arquitetura de informação: uma página por serviço, não uma página tentando ser tudo
    • SEO técnico na base: título e descrição por página, dados estruturados, sitemap, canônica
    • Conteúdo escrito para quem decide, não para robô de palavra-chave
    • Painel para publicar conteúdo quando a rotina de publicação justifica
    Uma página por serviçoARQUITETURA
    SEO na estruturaNÃO COMO PLUGIN DEPOIS
    FRENTE 03 · VENDA DIRETA

    E-commerce

    Loja é operação, não vitrine. O que decide a venda quase nunca é a home: é a página de produto, o frete que aparece cedo e um checkout que não pede o que não precisa. É onde a gente mais tira coisa do caminho.

    • Página de produto que responde dúvida antes dela virar carrinho abandonado
    • Frete e prazo visíveis antes do checkout — surpresa no fim é a principal desistência
    • Checkout enxuto, com PIX e cartão, e teste em celular antes de qualquer lançamento
    • Estoque, pedido e nota conversando com o que você já usa
    Página de produtoONDE A VENDA ACONTECE
    Checkout testado no celularANTES DE ABRIR
    FRENTE 04 · SOB MEDIDA

    Sistema e aplicação web

    Quando a planilha compartilhada já não dá conta e o processo virou gargalo. Área logada, painel de operação, integração entre sistemas que não se falam. É a frente mais próxima do nosso braço de IA e DevOps — e costuma virar projeto conjunto.

    • Área logada com níveis de acesso e trilha de quem fez o quê
    • Painel que mostra o número que a operação usa para decidir, não vinte gráficos decorativos
    • Integração por API com ERP, CRM, pagamento e o que mais estiver na rotina
    • Automação e agente de IA quando o processo é repetitivo o bastante para valer
    Resolve gargalo realNÃO SOFTWARE POR MODA
    Anda junto com IA e DevOpsMESMA CASA
    ORÇAMENTO DE PERFORMANCE · LIMITE COMBINADO ANTES

    Velocidade não é sorte.
    É restrição.

    Antes de existir uma linha de código, a gente combina o limite de velocidade nas três métricas que o Google usa como referência de experiência. Depois disso, elas mandam no design: se um efeito estoura o limite, ele não entra — ou entra de outra forma.

    LCP · MAIOR ELEMENTO VISÍVEL1,8sLIMITE BOM: ATÉ 2,5S

    Quanto tempo até aparecer o maior bloco da tela — normalmente a imagem ou o título do topo. É o número que mais parece "o site é lento".

    INP · RESPOSTA AO TOQUE120msLIMITE BOM: ATÉ 200MS

    O tempo entre a pessoa tocar e a página reagir. Quando estoura, o usuário toca duas vezes — e no checkout isso vira pedido duplicado.

    CLS · ESTABILIDADE DO LAYOUT0,04LIMITE BOM: ATÉ 0,1

    Mede o quanto o conteúdo pula durante o carregamento. É o que faz alguém clicar no botão errado porque o layout se mexeu embaixo do dedo.

    Os limiares são os de referência pública do Google para Core Web Vitals; os valores mostrados aqui são exemplo de como o orçamento é declarado, não média de clientes. No seu projeto a meta entra no escopo por escrito e é medida em campo depois de publicar — porque teste em máquina de desenvolvedor com internet boa mente para todo mundo.

    DIAGNÓSTICO · O QUE TRAVA CONVERSÃO

    Quase sempre
    são os mesmos cinco.

    Quando um site recebe visita e não gera contato, o problema raramente é a cor do botão. É um destes cinco — e todos têm correção conhecida.

    01

    A promessa muda do anúncio para a página

    A pessoa clica em uma coisa e chega em outra. Mesmo sem perceber o detalhe, ela sente que caiu no lugar errado e sai — o que aparece no relatório como "tráfego ruim" quando é falha de continuidade.

    CORREÇÃO: A PRIMEIRA LINHA DA PÁGINA REPETE A PROMESSA DO ANÚNCIO
    02

    Formulário pedindo o que não precisa

    Cada campo extra é uma chance de desistir. Pedir CPF, cargo e faturamento no primeiro contato é pedir dado que o vendedor conseguiria na conversa — e pagar por isso em lead perdido.

    CORREÇÃO: SÓ O QUE O PRIMEIRO CONTATO REALMENTE EXIGE
    03

    Lenta no celular, testada no desktop

    A maior parte do tráfego pago chega em celular, muitas vezes em rede instável. Site aprovado só na tela grande com internet boa passa no teste e falha na vida real.

    CORREÇÃO: ORÇAMENTO DE PERFORMANCE MEDIDO EM CAMPO, NO CELULAR
    04

    Nada rastreado direito

    Sem evento de conversão instalado e testado, a campanha otimiza no escuro e ninguém sabe qual página gera contato. É a falha que faz verba boa parecer ruim.

    CORREÇÃO: EVENTO INSTALADO, TESTADO E LIGADO AO CRM
    05

    Zero prova de que a empresa existe

    Sem foto real, sem case, sem endereço, sem rosto: o visitante desconfia e vai procurar quem parece mais sólido. Prova social não é enfeite — é o que autoriza a pessoa a preencher o formulário.

    CORREÇÃO: PROVA REAL ACIMA DA DOBRA, NÃO NO FIM DA PÁGINA
    HANDOFF · O QUE FICA NA SUA MÃO

    Entregar o site
    é entregar as chaves.

    Site em que você depende da agência para trocar um telefone não é seu. Estes quatro itens saem em todo projeto, sem cobrança extra e sem acesso retido.

    CHAVE 01

    Código no seu repositório

    Projeto completo em repositório da sua conta, com histórico. Se um dia outro time assumir, ele encontra tudo — inclusive por que cada decisão foi tomada.

    CHAVE 02

    Domínio e hospedagem no seu nome

    Registro e conta de hospedagem em seu CNPJ, pagos por você. A gente configura e documenta, mas não fica como proprietário de nada.

    CHAVE 03

    Acesso administrativo total

    Sem usuário limitado, sem senha guardada só do nosso lado. Analytics, painel e banco: tudo com o seu acesso de dono desde o primeiro dia.

    CHAVE 04

    Documentação e passagem de bastão

    Como publicar, como editar, como restaurar e o que não mexer. Escrito em português e com uma sessão gravada, não um PDF genérico.

    ANTES DE FECHAR O ESCOPO

    Perguntas de
    quem já teve
    site abandonado.

    Ficou outra? Manda no WhatsApp com o endereço do site atual, se existir — dá para dizer muita coisa só olhando.

    Perguntar no WhatsApp

    Depende da frente. Uma landing page de campanha com conteúdo pronto é a mais rápida; site institucional depende de quantas páginas e de quanto material existe; e-commerce e sistema web têm prazo próprio porque envolvem integração, pagamento e teste. O prazo real sai junto com o escopo, por escrito — e o maior atraso em projeto de site quase nunca é código: é o conteúdo que não chegou.

    É seu. O código vai para um repositório na sua conta, o domínio fica no seu nome e a hospedagem é sua. A gente não cobra aluguel de plataforma nem retém acesso para segurar cliente — se um dia você quiser levar o projeto para outro time, ele sai completo e documentado. Está tudo no handoff.

    Fazemos quando o projeto pede um painel para o cliente publicar conteúdo com frequência — blog, portal, catálogo que muda toda semana. Quando o objetivo é velocidade e conversão, entregamos site estático ou aplicação, que carrega mais rápido e tem muito menos superfície de manutenção e de segurança. A escolha é declarada no escopo, com o motivo.

    É um limite de velocidade combinado antes de começar, medido nas três métricas que o Google usa como referência de experiência: LCP, INP e CLS. Ele muda decisão de design — se uma animação ou um banner estoura o limite, ele não entra, ou entra de outra forma. Os limiares e um exemplo declarado estão em orçamento de performance.

    Os dois modelos existem. Entrega com handoff completo, para o seu time seguir sozinho; ou acompanhamento contínuo, com evolução, testes de conversão e correção. O que a gente não faz é entregar e desaparecer sem passar o conhecimento — o handoff é parte do serviço, não um extra.

    Sim, e é a combinação que funciona melhor. Campanha boa em página ruim queima verba; página boa sem tráfego não é vista. Quando a mesma casa cuida dos dois, o teste vai da palavra-chave até o formulário sem ninguém empurrando culpa para o outro lado. Veja gestão de tráfego.

    Diga o objetivo.
    A planta vem depois.

    Não precisa chegar com layout pronto nem com referência de concorrente. Diga o que a página precisa fazer acontecer e a gente volta com a estrutura e o escopo.

    CÓDIGO NO SEU REPOSITÓRIODOMÍNIO NO SEU NOMESEM ALUGUEL DE PLATAFORMA
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